O Alzheimer é uma das doenças neurológicas mais conhecidas e também uma das que mais geram dúvidas e medo. Ele compromete principalmente a memória e o raciocínio, surgindo de forma lenta, com pequenas mudanças no dia a dia que se tornam mais perceptíveis com o tempo.Na Neurologia, entender o Alzheimer significa enxergar o paciente como um todo. Cada sintoma conta uma parte da história e o papel do neurologista é investigar com cuidado o que está acontecendo para preservar o máximo possível a autonomia e a qualidade de vida de quem vive com essa doença.

AGENDE SUA CONSULTA

O que é o Alzheimer? 

O Alzheimer é uma doença degenerativa que provoca a perda progressiva de neurônios e das conexões cerebrais. Com isso, surgem dificuldades de memória, atenção, linguagem e comportamento.

Embora ainda não exista cura, há muito o que pode ser feito para retardar a progressão e melhorar o bem-estar do paciente.

O acompanhamento regular com um neurologista especialista em Alzheimer é essencial para ajustar o tratamento, orientar a família e adaptar os cuidados conforme cada fase da doença.

 Sintomas iniciais e fases do Alzheimer

Os primeiros sinais do Alzheimer são sutis, e muitas vezes confundidos com esquecimentos comuns. Reconhecer esses sintomas logo no início é fundamental para um diagnóstico precoce e tratamento eficaz.

Perda de memória recente 

A pessoa começa a esquecer acontecimentos do dia a dia, repetir perguntas ou não se lembra de compromissos simples.

Dificuldades na linguagem e raciocínio

Com o tempo, fica mais difícil se expressar, compreender conversas e realizar tarefas que antes eram fáceis e tranquilas.

Alterações de comportamento e humor

Mudanças de humor, irritabilidade, apatia ou desconfiança podem aparecer e afetar a convivência familiar.

Fases da doença

  • Fase leve: esquecimentos e pequenas confusões.
  • Fase moderada: a pessoa necessita de ajuda para atividades cotidianas.
  • Fase avançada: dependência total e perda do reconhecimento de pessoas próximas.

Como é feito o diagnóstico do Alzheimer?

O diagnóstico é realizado por meio de uma avaliação neurológica completa, com escuta detalhada dos sintomas, histórico clínico e exames de imagem.

O Dr. Iago Navas, neurologista especializado na doença, conduz uma investigação cuidadosa para diferenciar o Alzheimer de outras causas de perda de memória, como AVC ou Trombose Venosa Cerebral.

Quando necessário, também solicita testes cognitivos e avaliações neuropsicológicas para definir o estágio e orientar o plano de tratamento.

Tratamentos disponíveis para Alzheimer

Medicamentos para desacelerar a progressão

Certos medicamentos ajudam a estabilizar a função cerebral e reduzir sintomas, prolongando a autonomia.

Acompanhamento multidisciplinar

O cuidado envolve neurologista, neuropsicólogo, fonoaudiólogo e fisioterapeuta,  para uma abordagem mais ampla e eficaz.

Terapias de estimulação cognitiva

Atividades como leitura, jogos e estímulos sensoriais ajudam a manter conexões neurais e reduzir a perda de memória.

Suporte ao cuidador

Durante o acompanhamento, o Dr. Iago orienta familiares sobre rotina, segurança e manejo de sintomas com clareza.

Atuação do Dr. Iago Navas no acompanhamento do Alzheimer

Neurologista especializado em Alzheimer,com experiência em hospitais como Albert Einstein, Sírio-Libanês, Oswaldo Cruz e Samaritano, o Dr. Iago une ciência e escuta em sua prática.

Cada caso é analisado respeitando a história do paciente e o ritmo de evolução da doença, garantindo diagnóstico preciso, estabilidade clínica e qualidade de vida.

 

Saiba mais sobre o Dr. Iago Navas

Perguntas Frequentes sobre Alzheimer

Pequenos esquecimentos fazem parte da vida. No Alzheimer, a perda de memória é frequente e interfere nas atividades diárias, com muitas repetições, desorientação e confusão temporal.

Os sinais costumam aparecer após os 60 anos, mas podem surgir antes em casos hereditários (Alzheimer precoce).

Ainda não há cura, mas o tratamento adequado pode retardar o avanço da doença e manter uma boa qualidade de vida para a pessoa que a desenvolve, por muitos anos.

Por meio de entrevistas clínicas, exames de imagem e testes cognitivos específicos, sempre avaliando outras possíveis causas neurológicas antes do diagnóstico final.

  • Medicamentos específicos;
  • Terapias de estimulação cognitiva;
  • Acompanhamento multidisciplinar;
  • Apoio e orientação aos cuidadores.

Manter o corpo e o cérebro ativos ajuda a protegê-lo. Exercícios, leitura, boa alimentação e controle de fatores de risco, como colesterol e pressão, são aliados na prevenção. Mas, há casos em que o paciente desenvolve a doença por já ter um histórico familiar.

Criar uma rotina previsível, simplificar tarefas e manter o ambiente tranquilo faz diferença na convivência e na segurança de quem vive com Alzheimer.

Não necessariamente. Na maioria dos casos, o tratamento ambulatorial e o suporte familiar são suficientes. A internação é reservada para situações específicas, como complicações clínicas ou comportamentais.

Tem notado esquecimentos frequentes ou mudanças de comportamento em si ou em alguém próximo? Faça uma avaliação neurológica.

Marque sua consulta com o Dr. Iago Navas