A epilepsia é uma das doenças neurológicas mais conhecidas, mas ainda cercada de dúvidas e receios. Ela acontece quando há alterações na atividade elétrica do cérebro, gerando crises que podem ir de breves “ausências” até convulsões mais intensas.
Apesar de parecer assustadora, a epilepsia tem tratamento eficaz e pode ser controladana maior parte dos casos. Com o acompanhamento certo, é possível retomar a rotina, a autonomia e a qualidade de vida.
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O que é a Epilepsia?
A epilepsia ocorre quando o cérebro emite descargas elétricas desorganizadas, provocando alterações momentâneas na consciência, nos movimentos ou nas sensações. Cada crise é única e depende da região cerebral envolvida.
Na Neurologia clínica, está entre as doenças mais estudadas, ao lado de condições como o AVC e a Enxaqueca, todas exigindo avaliação minuciosa e individualizada.
Nem toda convulsão é epilepsia, e nem toda epilepsia se manifesta com convulsões. Por isso, o papel do neurologista é fundamental para investigar as causas e definir o diagnóstico correto.
Sintomas e tipos de crises epiléticas
Crises tônico-clônicas
As mais conhecidas. Envolvem perda de consciência, rigidez muscular e movimentos involuntários. Após a crise, é comum haver cansaço, confusão mental ou sonolência.
Crises de ausência
Mais comuns em crianças, são episódios rápidos de “desligamento”, com olhar fixo e falta de resposta.
Crises focais
Atingem apenas uma parte do cérebro. Podem causar formigamentos, alterações visuais ou auditivas, déjà vu ou lapsos de memória.
Diagnóstico da Epilepsia
O diagnóstico é clínico e depende de escuta atenta e detalhada. Durante a consulta, o neurologista analisa quando as crises começaram, sua frequência, duração e possíveis gatilhos.
Exames complementares:
- Eletroencefalograma (EEG): registra a atividade elétrica cerebral e ajuda a identificar padrões compatíveis com epilepsia.
- Ressonância magnética: avalia a estrutura cerebral para descartar outras causas, como tumores, sequelas de AVC ou TVC.
- Avaliação neurológica completa: informações clínicas, histórico e resultados de exames.
Tratamentos para Epilepsia disponíveis
O tratamento é sempre personalizado, para controlar as crises, garantir segurança e qualidade de vida.
Uso de medicamentos anticonvulsivantes
Base do tratamento. A maioria dos pacientes controla completamente as crises com acompanhamento adequado.
Acompanhamento contínuo
Revisões periódicas são essenciais, mesmo após longos períodos sem crises. Ajudam a ajustar o tratamento e prevenir recaídas.
Casos especiais: cirurgia ou neuromodulação
Quando os medicamentos não bastam, existem opções avançadas, como ressecção do foco epiléptico, estimulação cerebral profunda (DBS) e estimulação do nervo vago (VNS).
A atuação do Dr. Iago Navas no tratamento da Epilepsia
O Dr. Iago Navas é neurologista com subespecialização em doenças cerebrovasculares. Realizou estágio na Universidade de Yale (EUA), em um dos centros de epilepsia mais reconhecidos do mundo, e atua em hospitais de referência em São Paulo.
Sua atuação combina ciência, precisão e empatia, avaliando cada caso de forma detalhada para compreender a origem das crises e restabelecer o equilíbrio cerebral.
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